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Passaporte obrigatório para viajar com cães e gatos na União Europeia

Mulher com cão e gato na estação, mostrando passaporte para oficial inspecionar o animal com scanner.

Viajar dentro da União Europeia com animais de estimação vai exigir mais planejamento a partir de agora. Desde a quarta-feira, 22 de abril, passou a ser obrigatório apresentar um passaporte europeu único para deslocamentos não comerciais com cães, gatos, furões ou aves. A medida busca melhorar o rastreio dessas viagens e reduzir a disseminação de doenças.

Passaporte europeu para viajar com cães e gatos na União Europeia

Conforme explicou o jornal l’Indépendant, o passaporte é emitido por um veterinário oficial ou credenciado, que faz a solicitação do documento junto às autoridades competentes. Quem já tem um passaporte emitido anteriormente deve saber que ele continua válido até o falecimento do animal.

Lutar contra o tráfico de animais

Por isso, a recomendação é não deixar essa etapa para a última hora: antes de sair de férias, vale marcar uma consulta e organizar a documentação com um profissional.

Além disso, a vacinação contra a raiva segue sendo obrigatória e precisa ser aplicada com antecedência: o imunizante deve ter sido administrado 21 dias antes do seu trânsito.

Outro ajuste já está previsto na União Europeia: a partir de 1º de janeiro de 2028, começará a ser implantado um novo microchip de identificação. Ele trará um código do país associado a um identificador numérico. A proposta não é dificultar a vida dos tutores, e sim reforçar o combate ao tráfico de animais.

Identificação obrigatória na França: prazos e regras

Vale lembrar que, na França, a identificação de cães e gatos é uma exigência rigorosa. Todo cão deve ser identificado antes de completar quatro meses de idade. No caso dos gatos, o prazo vai até sete meses. Esse procedimento também é obrigatório antes de qualquer venda ou doação. A identificação pode ser feita por microchip eletrónico ou por tatuagem.

Essa obrigação tem impacto prático: facilita localizar um animal perdido e também contribui para reduzir abandonos. Quem descumpre a regra pode receber multa, que pode chegar a 750 euros. Se houver disputa, também fica mais difícil comprovar a propriedade do animal. Mais informações sobre isso aqui.

Esperamos que essas informações ajudem a preparar seus próximos deslocamentos dentro da UE. Você já tinha se organizado para essas mudanças e o que acha delas? Deixe a sua opinião nos comentários.

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